Veja escolhe IDEIA para realização de pesquisa nacional de intenção de voto

Resumo

  • 2036 pessoas com mais de 16 anos entrevistados;
  • Retrato da opinião dos eleitores brasileiros identificados com ponderações de acordo com o Censo;
  • Edição especial na Revista Veja, incluindo a capa da publicação e 10 páginas de matéria;
  • 26 mil interações no Facebook, com alcande estimado de 2,7 milhões;
  • Mais de 2 milhões de pessoas alcançadas pela repercussão na mídia.

Maior e mais influente revista do País recorreu aos serviços do IDEIA para entender a preferência eleitoral dos brasileiros antes do início da campanha política

Como diz o ditado, confiança é algo que se conquista. E foi essa relação de confiança, construída após uma série de trabalhos realizados conjuntamente que levou o IDEIA a ser o instituto escolhido pela revista Veja para realizar uma pesquisa nacional de intenção de voto para presidente nas eleições de 2018. “Esse ano realizamos o nosso primeiro trabalho juntos, sobre imigração. A parceria deu tão certo que em poucos meses, já foram mais de cinco pesquisas fornecidas para a Veja, sendo que duas delas renderam a capa da publicação: uma sobre Fake News e essa última, de intenção de voto”, conta o presidente do IDEIA, Maurício Moura.

A pesquisa quantitativa foi realizada presencialmente, com abordagem pessoal em pontos de fluxo populacional e realizadas por uma equipe de entrevistadores devidamente treinada para a abordagem. Entre os dias 20 e 23 de julho, foram entrevistados 2036 pessoas com 16 anos ou mais. “Estruturamos a pesquisa com perguntas abertas e fechadas e realizamos ponderações quanto ao sexo, idade, grau de instrução e nível econômico dos entrevistados para garantir um retrato fiel da população brasileira e a representatividade da amostra de acordo com o Censo, além de enxergar insights com recortes socioeconômicos”, explica Maurício.

A pesquisa realizada pelo IDEIA sobre intenção de voto nacional ganhou edição especial da revista Veja, que além da capa da publicação, dedicou 10 páginas de matérias aos resultados. No período de 10 dias após a publicação, a Revista totalizou em duas postagens sobre o tema mais de 26 mil interações na sua página do Facebook, com alcance estimado de 2,7 milhões de pessoas considerando todas as redes sociais – sem considerar compartilhamentos. A repercussão também foi alta entre os outros veículos de comunicação que repercutiram a pesquisa, resultando num impacto estimado de mais de 1.2 milhões de pessoas, além da repercussão da versão impressa, com tiragem superior a 850 mil.

 

Repercussão na Mídia

IDEIA é mais uma vez escolhida para revelar a “Palavra do Ano” no Brasil

Referência em opinião pública, esta é a terceira vez, de quatro edições, que o IDEIA é indicado para a missão

Qual a palavra que melhor resume o sentimento geral da população de um país? Em busca desta resposta, vários países do mundo realizam anualmente pesquisas para ouvir a opinião da sua população.

A Palavra do Ano é uma tradição ocidental desde a década de 1970, quando a Society of German Language passou a selecionar o vocábulo que melhor resume o espírito da época. Desde então, a proposta se espalhou pelo mundo, com processos de seleção distintos entre si.  Nos Estados Unidos e Inglaterra, por exemplo, o dicionário Oxford é uma das instituições que escolhe a palavra do ano. Aqui no Brasil, a consultoria Cause assumiu o desafio e escolheu o IDEIA para idealizar e realizar pesquisas que melhor representem a opinião dos brasileiros. “A Palavra do Ano nos dá uma luz sobre o sentimento geral da opinião pública e por isso é um referencial importante para entender o espírito da época”, afirma o presidente do IDEIA, Maurício Moura.

A primeira edição da Palavra do Ano no Brasil foi realizada em 2016, mas foi em 2017 que o IDEIA foi escolhido pela Cause pela primeira vez e, desde então, passou a conduzir as pesquisas. “

Em 2017, o IDEIA ouviu a opinião de mais de 9 mil pessoas de todo o Brasil. Na primeira fase da pesquisa, mais de mil palavras diferentes foram citadas espontaneamente. “O IDEIA optou por ativar o seu painel digital que, na época, possuía mais de 680 mil usuários ativos na base de dados. Hoje, nosso banco já registra mais de 1 milhão de pessoas”, destaca Maurício. A partir da análise das 40 palavras mais citadas, especialistas elegeram as cinco finalistas que seguiram para uma nova rodada de voto popular que consagrou a palavra “Corrupção” como vencedora.

Já em 2018, as finalistas foram determinadas depois de duas pesquisas com universo representativo da população realizadas no primeiro e no segundo semestres, totalizando 3.481 respostas. Especialistas voltaram a eleger as cinco finalistas e uma nova pesquisa popular e processo de ponderação estatístico foram realizados para aferir a opinião de uma audiência representativa da população brasileira, resultando na escolha da palavra “Mudança” por 34% dos brasileiros. No total, o levantamento recebeu mais de 5 mil respostas e cerca de 600 palavras diferentes foram citadas.

A palavra do ano, tanto de 2017 quanto de 2018, foi amplamente divulgada em portais de notícias como a Globo News, Estadão, Terra, Correio Braziliense, Gazeta do Povo, Catraca Livre, G1, O Dia, entre outros. Confira!

Repercussão na Mídia

Aliança REDD+ Brasil contrata IDEIA para entender hábitos de consumo e percepção dos brasileiros sobre o impacto das companhias áreas sobre o meio ambiente

  • Estratégia para tornar um tema complexo acessível ao entendimento do público em geral;
  • 800 passageiros de voos internacionais dentro do perfil estabelecido entrevistados em 10 dias;
  • Identificação de insights que ajudarão no engajamento de empresas, governos e sociedade civil em prol do meio ambiente.

Com o aumento da população e a maior facilidade de acesso a viagens aéreas, a aviação civil internacional é séria candidata a assumir a liderança dos maiores emissores de gás carbono do planeta já em 2050, quando o setor deverá produzir um quinto das emissões globais. “Se a aviação civil internacional fosse um país, já estaria entre os 10 maiores emissores do planeta. É urgente atacar essa questão de forma imediata”, destaca o gerente de Mudanças Climáticas do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia – IDESAM, Pedro Soares, que integra a Aliança REDD+ Brasil.

 

Esses dados preocupantes levaram a Organização Internacional da Aviação Civil – ICAO a estabelecer o primeiro acordo global a fim de limitar as emissões do setor a partir de 2021. Para isso, criou o CORSIA –  Esquema de Redução de Emissões da Aviação Civil Internacional, que será implementado em três fases. As duas primeiras, entre 2021 e 2026, serão por adesão voluntária, e a partir de 2027, se tornarão mandatórias para todos os países da ICAO, incluindo o Brasil.

 

Para entender os hábitos de consumo, percepção e opiniões dos brasileiros sobre o tema, a Aliança REDD+ Brasil encomendou uma pesquisa ao IDEIA que foi conduzida junto a 800 passageiros de voos internacionais entre os dias 1º e 10 de abril de 2019. Todos os entrevistados viajaram de avião para fora do país nos últimos 12 meses ou pretendem viajar nos próximos 12 meses, e são responsáveis pelo pagamento da própria passagem aérea. “Os resultados da pesquisa nos surpreenderam por se tratar de um tema pouco abordado pela imprensa e de difícil acesso. O IDEIA executou as atividades previstas de forma eficiente e rápida e nos ajudaram muito a traduzir as principais perguntas de forma a deixa-las acessíveis ao público em geral, assim como nas estratégias de divulgação e comunicação dos produtos. Gostamos muito dos resultados setorizados por perfil do entrevistado”, afirma Pedro.

 

O estudo mostrou que 89% dos entrevistados não conseguem citar nenhuma companhia que tenha preocupação com a redução de carbono ou compensação, assim como também não se posicionaram sobre a afirmação das companhias estarem prejudicando o meio ambiente – 52% não concordaram, nem discordaram. Porém, a grande maioria (75%) consente que voar em uma companhia área que se preocupa com a redução de carbono é importante.

 

Ao decidir comprar uma passagem aérea para viajar para fora do país, quase metade dos entrevistados confessou não possuir preocupação com as emissões de carbono. Ainda assim, sete em cada 10 entrevistados acreditam que companhias aéreas que se comprometem a reduzir ou compensar essas emissões terão maior preferência dos clientes. 68% dos respondentes mostraram disposição até de pagar entre R$5 e R$8 a mais por bilhete se soubessem que o valor seria revertido para redução ou compensação das emissões de carbono do seu voo. Apenas 18% não estão dispostos a pagar a mais por isso.

 

Com relação às medidas que poderiam ser adotadas para ajudar a reduzir os prejuízos ao meio ambiente, a maioria (57%) avalia que a melhor estratégia seria o uso de biocombustíveis ou melhorias tecnológicas nas aeronaves. A segunda melhor opção, considerada por 39%, é a conservação ambiental e a biodiversidade, com apoio a programas de reflorestamento e conservação florestal.

 

Por fim, a terceira medida para diminuição ou compensação das emissões em voos internacionais, preferida por 31%, é por meio do apoio a projetos de eficiência energética. “Os resultados geraram diversos novos insights para o nosso trabalho e serão muito importantes para retomar o debate sobre este tema tão importante, o das mudanças climáticas, incluindo o engajamento das empresas, governos e sociedade civil sobre as oportunidades do esquema do CORSIA para o Brasil e para as florestas”, conclui Pedro.

Repercussão na Mídia

BID contrata IDEIA para avaliação de impacto em município no Paraná

Resumo

  • Encontrar moradores de Paranaguá há mais de seis anos com amostra representativa do perfil demográfico do município;
  • 330 moradores localizados no perfil;
  • Análise de impacto retratada de forma fidedigna.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Prefeitura de Paranaguá assinaram, em 2012, contrato para implantação do Programa Integrado de Desenvolvimento Social e Urbano, com objetivo principal de promover o desenvolvimento social e melhorar a distribuição de renda no município paranaense. Para isso, o projeto recebeu o investimento de US$ 37 milhões, sendo US$ 16,65 milhões em recursos do Banco e US$ 20,35 milhões de contrapartida da Prefeitura.

A iniciativa conjunta faz parte do programa Procidades, criado pelo BID, cujo mecanismo de crédito financia projetos de desenvolvimento urbano integrado em parceria com as prefeituras e o Governo Federal com o propósito de aumentar a eficiência e a oferta de serviços públicos. Por conta disso, ao fim de cada projeto, o BID tem como missão analisar se o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população foi atendido. E foi com o desafio de verificar a percepção da população sobre os investimentos realizados que o BID recorreu aos serviços de pesquisa do IDEIA. “O objetivo do estudo foi entender o quanto e em quais áreas a população percebia melhora quando comparado ao período anterior à parceria. Executar trabalhos de avaliação de impacto como esse tem grande relevância para que os recursos públicos sejam melhor alocados. É fundamental saber o que e como melhora a vida dos cidadãos”, explica o presidente do IDEIA, Maurício Moura.

Para captar a real percepção dos moradores, o IDEIA precisava entrevistar moradores de Paranaguá desde antes de 2012. “Misturamos a tecnologia do nosso Big Data, com pesquisa via painel digital e também presenciais para localizar 330 moradores que moravam há mais de seis anos no município e que também preenchessem os requisitos de sexo, faixa etária e bairro de residência definidos na amostra”, explica.

Depois de definidos os respondentes, a pesquisa passou para a fase das entrevistas propriamente ditas. “O questionário foi estruturado para que os respondentes comparassem diversos aspectos do seu dia a dia atual com o de cinco anos atrás sobre a cidade e o bairro”, conta Maurício.

Para entrar no detalhamento da opinião dos respondentes, foram elaboradas questões mais gerais, como grau de felicidade, e mais específicas sobre temas como economia, serviços públicos e mobilidade, como tempo de deslocamento residência/centro da cidade e segurança no trânsito. “Sempre que os respondentes afirmaram que houve melhora em determinada área ou serviço, eram direcionados a uma pergunta aberta para que pudessem apontar o que os fez perceber essa melhora, se a reforma de uma praça, a construção de uma escola ou de um novo posto de saúde”, exemplifica.

Como os respondentes estavam também identificados por bairros, foi possível aferir a informação de forma segmentada, além de comparar quais ações tiveram impactos locais e quais ações trouxeram repercussões mais amplas para a cidade. “Conseguimos entender como a população percebeu/sentiu as mudanças na cidade e nos bairros e aferir se o dinheiro aplicado em Paranaguá realmente causou impacto na vida das pessoas e em quais áreas foram mais relevantes”, conclui Maurício.  

Veja escolhe IDEIA para realização de pesquisa nacional de intenção de voto

Resumo

  • 2036 pessoas com mais de 16 anos entrevistados;
  • Retrato da opinião dos eleitores brasileiros identificados com ponderações de acordo com o Censo;
  • Edição especial na Revista Veja, incluindo a capa da publicação e 10 páginas de matéria;
  • 26 mil interações no Facebook, com alcande estimado de 2,7 milhões;
  • Mais de 2 milhões de pessoas alcançadas pela repercussão na mídia.

Maior e mais influente revista do País recorreu aos serviços do IDEIA para entender a preferência eleitoral dos brasileiros antes do início da campanha política

Como diz o ditado, confiança é algo que se conquista. E foi essa relação de confiança, construída após uma série de trabalhos realizados conjuntamente que levou o IDEIA a ser o instituto escolhido pela revista Veja para realizar uma pesquisa nacional de intenção de voto para presidente nas eleições de 2018. “Esse ano realizamos o nosso primeiro trabalho juntos, sobre imigração. A parceria deu tão certo que em poucos meses, já foram mais de cinco pesquisas fornecidas para a Veja, sendo que duas delas renderam a capa da publicação: uma sobre Fake News e essa última, de intenção de voto”, conta o presidente do IDEIA, Maurício Moura.

A pesquisa quantitativa foi realizada presencialmente, com abordagem pessoal em pontos de fluxo populacional e realizadas por uma equipe de entrevistadores devidamente treinada para a abordagem. Entre os dias 20 e 23 de julho, foram entrevistados 2036 pessoas com 16 anos ou mais. “Estruturamos a pesquisa com perguntas abertas e fechadas e realizamos ponderações quanto ao sexo, idade, grau de instrução e nível econômico dos entrevistados para garantir um retrato fiel da população brasileira e a representatividade da amostra de acordo com o Censo, além de enxergar insights com recortes socioeconômicos”, explica Maurício.

A pesquisa realizada pelo IDEIA sobre intenção de voto nacional ganhou edição especial da revista Veja, que além da capa da publicação, dedicou 10 páginas de matérias aos resultados. No período de 10 dias após a publicação, a Revista totalizou em duas postagens sobre o tema mais de 26 mil interações na sua página do Facebook, com alcance estimado de 2,7 milhões de pessoas considerando todas as redes sociais – sem considerar compartilhamentos. A repercussão também foi alta entre os outros veículos de comunicação que repercutiram a pesquisa, resultando num impacto estimado de mais de 1.2 milhões de pessoas, além da repercussão da versão impressa, com tiragem superior a 850 mil.

 

Repercussão na Mídia

IDEIA e Mapa Educação: Mais uma parceria para ajudar a melhorar a Educação no País

Reforma do Ensino Médio

  • 1400 jovens entre 16 e 25 anos, das classes B e C, alunos de escolas públicas, entrevistados;
  • Retrato da opinião dos jovens identificado

Já dizia Nelson Mandela: “Educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. O IDEIA concorda tanto com esse pensamento que sempre busca apoiar e se envolver com projetos que buscam promover uma Educação melhor para todos. Além da parceria com o movimento Todos pela Educação, há pouco mais de um ano, o IDEIA também se uniu ao Mapa Educação, instituição que trabalha para que o tema seja prioridade na agenda política nacional.

De lá para cá, a parceria entre o IDEIA e o Mapa Educação tem trazido a tona inúmeras informações e subsídios para tentar alavancar a Educação no País, como o estudo sobre a Reforma do Ensino Médio, que ouviu 1.400 jovens em todo o Brasil. A maioria dos entrevistados tinha entre 16 e 25 anos de idade e eram alunos de escolas públicas, das classes B e C, com renda familiar entre R$ 3 mil e R$ 10 mil. “O objetivo principal foi saber o que os estudantes achavam do ensino médio e das mudanças anunciadas pelo governo para apresentar ao Ministério da Educação e fazer com que os jovens, os principais interessados, fossem ouvidos. Fizemos um retrato mais urbano dos secundaristas nas grandes cidades”, explica o diretor do IDEIA, Maurício Moura.

A pesquisa revelou que, embora 91% dos estudantes já tivessem ouvido falar da reforma, que propunha mudar a distribuição das disciplinas e flexibilizar o conteúdo das aulas, apenas 41% se disseram favoráveis a ela. Os alunos contrários (25%) e indiferentes à reforma (34%) somaram 59%. A maioria, 61%, afirmou ter interesse em participar em discussões sobre o ensino médio e transmitir suas opiniões ao governo.

O maior problema do ensino médio, citado por 9% dos entrevistados, refere-se ao conteúdo ensinado, que pode ser exagerado, desnecessário ou insuficiente; seguido de falta de infraestrutura ou recursos (8%) e problemas na estrutura e/ou organização, citados por 7%. Também aparecem na lista problemas como ensino fraco, falta de interesse dos professores ou professores desqualificados.

Questionados sobre se já pensaram em deixar a escola, a minoria, 31%, disse que sim. Entre esses, o principal motivo para cogitar o abandono, citado por 41%, é o fato de que precisavam trabalhar. Provavelmente pela necessidade de conciliar trabalho e estudos, 37% dos ouvidos consideram negativo ou muito negativo o aumento da carga horária para tempo integral, de 7 horas ou mais de aula por dia, uma das medidas previstas na reforma.

Um ponto revelado na pesquisa que parecia alinhar-se às intenções da reforma é o amplo interesse dos estudantes em cursos técnicos e profissionalizantes: 46% escolheriam o curso técnico e profissional se tivessem a opção de escolha. “A pesquisa sobre a Reforma do Ensino Médio foi inovadora. Ninguém estava falando sobre como diferentes explicações sobre a reforma – ou sobre uma política pública, em geral – afetam a opinião pública. O nosso estudo foi inovador e o trabalho do IDEIA tem se mostrado incrível para a nossa produção de conhecimento e, consequentemente, visibilidade, porque conseguimos produzir estudos da mais alta qualidade”, conclui o copresidente e diretor de Pesquisa do Mapa Educação, Gustavo Empinotti.

Repercussão na Mídia

Pesquisas do IDEIA enriquecem trabalho realizado pelo Brazil Institute do Wilson Center

  • Fomento para análises, debates e eventos realizados pelo Brazil Institute do Wilson Center 16 pesquisas realizadas
  • + de 20 mil pessoas entrevistadas

Pesquisa sobre as UPPs:

  • 3.816 pessoas de 17 comunidades diferentes entrevistadas;
  • Perfil da população construído, considerando questões demográficas, segurança, pobreza, desigualdade, empreendedorismo, serviços financeiros, problemas comunitários, programas sociais, educação e recursos individuais;
  • Contribuição para a adequação e construção de políticas públicas.

Criado com o objetivo de promover diálogo sobre questões-chave de preocupação bilateral entre o Brasil e os Estados Unidos e promover o entendimento de Washington sobre os acontecimentos brasileiros contemporâneos, o IDEIA se tornou um parceiro importante para o Brazil Institute do Wilson Center na concretização da sua missão. “Ao longo dos últimos cinco anos, as pesquisas de opinião e análises preparadas pelo IDEIA Big Data reforçam a qualidade e a atualidade das atividades do Brazil Institute do Woodrow Wilson Center no sentido de ampliar e aprofundar o conhecimento sobre o Brasil, uma sociedade dinâmica e democrática que, pelo tamanho de sua população, dimensão continental de seu território e a resiliência de sua economia,  ocupa posição única de líder regional e ator global”, destaca o diretor do Brazil Institute, Paulo Sotero.

O trabalho realizado pelo Brazil Institute concentra-se em quatro grandes temáticas: questões sociais e econômicas, tecnologia e inovação científica, estado de direito e mudanças climáticas, e o IDEIA tem constantemente contribuído em todas essas áreas, com destaque para uma série de pesquisas que o IDEIA realizou sobre as Unidades de Polícia Pacificadoras do Rio de Janeiro, as UPPs. “Realizamos um estudo amplo para entender o impacto das UPPs na tentativa de reduzir o crime e a violência no Rio. O nosso objetivo foi avaliar a opinião das pessoas que deveriam se beneficiar da intervenção do governo”, conta o presidente do IDEIA, Maurício Moura.

O estudo, baseado numa série de três pesquisas, confirmou a reação positiva que as UPPs geraram entre a população afetada, mas também esclareceu os desafios que os moradores dessas comunidades enfrentam, desde a falta de serviços públicos até o emprego. “Nossa abordagem cobriu não apenas questões demográficas e de segurança, mas também pobreza, desigualdade, empreendedorismo, serviços financeiros, problemas comunitários, programas sociais, educação e recursos individuais”, destaca Maurício.

3.816 pessoas de 17 comunidades diferentes foram entrevistadas. Os resultados desse trabalho foram tão positivos que não só foram apresentados em um seminário organizado pelo Brazil Institute, como também serviu de base para a tomada de decisões de políticas públicas por parte da Secretaria do Trabalho e Emprego do Brasil. Os insights derivados do trabalho do IDEIA enriquecem os debates que realizamos em nossa sede, em Washington, e ajudam a melhorar a compreensão da realidade brasileira, em sua complexidade, entre os formadores de opinião e os formuladores de políticas públicas nos Estados Unidos e outros países”, conclui o presidente do Brazil Institute.

Desde 2011, quando iniciou a parceria, o IDEIA já realizou 16 pesquisas para o Brazil Institute do Wilson Center.

Repercussão na Mídia

Todos pela Educação fecha parceria com o IDEIA para retratar a situação educacional do País

  • Entender a situação da Educação no Brasil
  • 1ª Pesquisa: 1679 pessoas entrevistadas nas cinco regiões do Brasil
  • 2ª Pesquisa: 1515 pessoas entrevistadas nas cinco regiões do Brasil

Uma Educação melhor é o desejo de quase todos os brasileiros. Mas, com tantas dificuldades e peculiaridades de cada região do País, por onde começar? Foi com o objetivo de desvendar os problemas vivenciados pelos profissionais da Educação e alunos de todo o País e entender os anseios da população que o movimento Todos Pela Educação e o IDEIA fecharam uma parceria que visa acompanhar a evolução do tema. “Não há como avançar em políticas educacionais sem conhecer mais profundamente o que pensam as pessoas usuárias e os gestores públicos. A parceria com o IDEIA tem nos possibilitado entender os públicos para propor políticas educacionais que serão de fato avançadas e implementada”, destaca a fundadora e diretora executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz.

Para construir um retrato do que pensam os brasileiros, o IDEIA vem realizando uma série de pesquisas nacionais. “Os resultados das pesquisas demonstraram que sim, a Educação é considerada prioridade para os brasileiros. Perguntados sobre qual seria a principal medida caso fossem presidentes da República, 45,4% afirmaram que garantiriam uma educação de qualidade para todas as crianças e jovens”, ressalta o presidente do IDEIA, Maurício Moura. Se recebessem aumento, a maioria (32%) respondeu que investiria na sua educação ou na dos filhos; seguida por reforma da casa (20%), investimento na poupança (16,3%) e abertura de um negócio (12,5%).

Porém, a importância do tema não condiz com a qualidade desejada. 34,8% dos entrevistados avaliam a Educação Pública como ruim, 27,2% como péssima e só 6,5% como boa e 1,6% como ótima. A maioria (57%) ainda diz ter a percepção de que as escolas estão piorando, e só 11% afirmam sentir que o sistema está melhorando.

O estudo revelou também que há falta de conhecimento sobre a real situação da Educação do País. Cerca de 78% dos brasileiros não sabem que mais da metade das crianças de oito anos não conseguem ler adequadamente, por exemplo. O mesmo fenômeno aparece quando os brasileiros estimam o número de analfabetos adultos, o salário médio no magistério ou o percentual de professores com formação superior. A maioria das respostas indica uma percepção mais negativa do que a verificada pelos indicadores oficiais, e o pessimismo é maior entre os brasileiros das classes A e B, que frequentam menos a escola pública.

Entre as ações mais importantes para ajudar a melhora o ensino no Brasil, 21,6% apontam ampliar as escolas para tempo integral, 21,6% melhorar a gestão para que o investimento tenha mais resultado e 12,2% acredita que seja melhorar a formação dos professores.

Desde o início da parceria, firmada em janeiro de 2018, já foram entrevistadas mais de 3 mil pessoas.

 

Repercussão na Mídia

Estudo inédito do IDEIA Big Data retrata visão dos brasileiros sobre mobilidade urbana, transporte e meio ambiente

Estudo inédito do IDEIA retrata visão dos brasileiros sobre mobilidade urbana, transporte e meio ambiente

  • Pesquisa inédita no Brasil
  • Retrato real da visão dos brasileiros sobre mobilidade urbana, transporte e meio ambiente
  • 3 mil pessoas entrevistadas em 30 dias
  • Abrangência Nacional

O transporte público no Brasil recebe muitas críticas em quase todos os estados brasileiros. Mas quais os pontos mais negativos e o que fazer para melhorarmos? Será que há algo de positivo? E qual a melhor forma de se deslocar para os brasileiros? Será que a população conhece e se preocupa com os malefícios dos combustíveis fósseis para o meio ambiente? Para entender essas e outras questões sobre mobilidade urbana no País e a percepção sobre meios de transporte em geral, o Instituto Clima e Sociedade contratou o IDEIA para realizar uma pesquisa profunda sobre o tema.

“O objetivo foi reproduzir uma pesquisa norte-americana de opinião pública sobre petróleo, combustíveis para transporte e meio ambiente, levantando informações sobre mobilidade urbana, novos modais e tempos de deslocamento dentro das cidades. Pela primeira vez foi realizado um estudo com essa profundidade sobre esse tema no Brasil”, destaca o presidente do IDEIA, Maurício Moura.

Para conseguir um retrato fiel da visão dos brasileiros, o IDEIA entrevistou por telefone 3 mil pessoas, de todo o Brasil, com cotas de sexo e idade variando de acordo com a distribuição da população em cada município. “A visão ruim das pessoas em relação às concessionárias de ônibus, trens e metrô, além da sensação de insegurança e falta de conforto justificam, por exemplo, 30% dos entrevistados apontarem o carro como melhor opção para deslocamento, seguido por ônibus (19%) e bicicleta (16%)”, ressalta Maurício.

O estudo mostrou que 57% dos entrevistados consideram a atuação das empresas permissionárias de ônibus negativa ou muito negativa. Para 85%, as frotas de ônibus precisam ser renovadas, 84% são favoráveis à construção de novas ciclovias e 82% a um maior investimento em trens e metrôs.

Outro ponto que merece destaque é que apenas 30% consideram positivo aumentar impostos para carros que usam gasolina ou diesel, e 34% a criação de pedágios urbanos para o incentivo à carona. “O trabalho feito pelo IDEIA foi essencial para que possamos aprofundar o conhecimento sobre as percepções dos brasileiros em relação às questões de mobilidade urbana e de combustíveis fósseis, nos revelando como a população enxerga o transporte público, o carro, o petróleo, e o que esperam e desejam de políticas públicas para o setor. A qualidade da pesquisa também nos ajudará a iniciarmos um diálogo internacional. Os EUA e a China já fizeram pesquisa semelhante”, conclui  o coordenador da área de Transporte do Instituto Clima e Sociedade, Walter Figueiredo De Simoni.

 

Repercussão na Mídia

Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID

Compreender os padrões de consumo atuais e tendências do segmento afro-brasileiro era o
grande desafio que o Banco […]