Universidade George Washington anuncia bolsa na área de Gestão Política para estudantes que dominem a língua portuguesa

A Escola de Pós-Graduação em Gestão Política da Universidade George Washington (GSPM) anunciou uma bolsa de mestrado para alunos interessados em aprofundar conhecimento na área de Gestão Política e que tenham o Português como língua nativa. A iniciativa é uma parceria com o presidente do IDEIA Big Data, Maurício Moura, que é ex-aluno da GSPM e atualmente atua na Instituição como professor adjunto. “Somos profundamente gratos ao Dr. Moura por seu generoso presente. Estamos empolgados com a oportunidade que essa bolsa de estudos nos oferece de atrair mais estudantes de países de língua portuguesa para nossos programas e também por ajudar um aluno que, de outra forma, não seria capaz de participar da GW. Dr. Moura é um verdadeiro modelo para todos os nossos alunos ”, afirma a Dra. Lara Brown, diretora da GSPM. As inscrições vão até o dia 1º de maio de 2019.

A bolsa cobrirá os custos totais do curso para o programa de mestrado de 36 horas, com duração de quatro períodos. Para isso, o aluno deve se matricular em pelo menos três aulas por semestre. “Minha experiência pessoal na GSPM foi verdadeiramente transformadora e estou muito animado em poder proporcionar essa experiência a outro aluno. Além disso, acredito firmemente que esta oportunidade não apenas disseminará conhecimento e expertise em diferentes regiões, mas também ajudará a fortalecer os laços entre a Universidade e os países de língua portuguesa”, conta Maurício.

Maurício Moura, que recentemente foi nomeado pela Washington Compol Magazine como um dos 100 profissionais da área política mais influentes de 2018, tem uma longa ligação com a GSPM. Iniciou como aluno do mestrado em Gestão Política e atualmente atua como professor adjunto e também como membro do Conselho de Administração da Instituição. “A escola é grata por seu apoio contínuo e espera poder contar com ele nos próximos anos”, conclui Brown. Para mais informações, acesse: https://gspm.gwu.edu/gw-graduate-school-political-management-announces-new-scholarship-portuguese-speakers.

Principais Requisitos:

  • Formulário de inscrição online preenchido para o programa de Gestão Política;
  • Declaração: ensaio de 250 a 500 palavras descrevendo seus objetivos acadêmicos e profissionais;
  • Currículo atualizado;
  • Três cartas de recomendação (pelo menos uma profissional e uma acadêmica);

* Candidatos Internacionais: Os resultados oficiais do Teste de Inglês como Língua Estrangeira (TOEFL) são necessários para estudantes que são de países onde o inglês não é uma língua oficial. O Teste de Inglês Escrito (TWE) também é recomendado.

Confira a lista de requisitos completa: https://gspm.online.gwu.edu/admission-requirements.

Maurício Moura é o único brasileiro a figurar entre os 100 mais influentes de 2018

Realizado pela renomada revista Washignton Compol, o ranking destaca os 100 profissionais de política mais influentes do ano

 

O presidente do IDEIA Big Data, Maurício Moura, foi escolhido pela revista americana Washignton Compol para integrar a seleta lista com os 100 profissionais de política que mais se destacaram em 2018. Maurício foi o único brasileiro a receber a honraria, que selecionou líderes inovadores que alcançaram méritos e legados inesquecíveis. “Nossa seleção incluiu nomes cujos sucessos foram alcançados, apesar de serem considerados desafios insuperáveis”, destaca a descrição da premiação.

Para o presidente do IDEIA Big Data, essa indicação é mais um incentivo para seguir com o trabalho que vem realizando há mais de 10 anos na área. “Fiquei surpreso com a indicação. Ali tem muitos profissionais que admiro muito e me espelho fortemente. Também fico feliz que o trabalho do IDEIA Big Data tenha, mais uma vez, impacto internacional. Isso nos motiva ainda mais para seguir trabalhando e inovando nas análises e tecnologias”, afirma.

A cerimônia de premiação acontece nesta terça-feira (14/08), durante o almoço do The Napolitan Victory Awards 2018, que será realizado na Georgetown University, em Washington DC.

Para mais informações, clique aqui!

Pesquisa de intenção de voto do IDEIA Big Data ganha capa da Veja

A última pesquisa de intenção de voto nacional realizada pelo IDEIA Big Data ganhou edição especial na revista Veja que acaba de chegar às bancas. Além da capa da publicação, foram 10 páginas de matérias dedicadas aos resultados, que revelou, entre outros dados, o crescimento do candidato Jair Bolsonaro na pesquisa espontânea – quando nenhum nome é apresentado ao entrevistado.

Apenas dois candidatos mostraram presença substancial na cabeça do eleitorado: Lula, com 17%, e Bolsonaro, com 14%. Ainda na espontânea, 43% são eleitores indecisos e 21% pretendem votar em branco ou nulo.

Nos cenários estimulados, em que os nomes são disponibilizados para o entrevistado, Bolsonaro lidera em todos, com exceção do cenário com o ex-presidente Lula, em que fica com 17% contra 19% do petista que, tudo indica, será impedido de sair candidato pela Lei da Ficha Limpa.

A cobertura da Veja destacou ainda a diferença entre o percentual de votos masculinos e femininos nos candidatos Jair Bolsonaro e Marina Silva. Enquanto 27% de eleitores do Bolsonaro são homens,  apenas 12% são mulheres. Já a Marina tem melhor performance entre as mulheres: 12%, sendo 7% entre os homens.

Outro ponto que ganhou atenção da publicação é que um candidato indicado por Lula já inicia a disputa com 9% da intenção de votos, um percentual considerado competitivo para esta etapa do processo. Com relação à rejeição, o IDEIA Big Data quis saber: Em qual candidato você não votaria de jeito nenhum?” Lula também lidera esse ranking, com 31%, contra 29% do Bolsonaro.

O avanço do Bolsonaro ainda é notado em praticamente todos os cenários do segundo turno, mais uma vez, com exceção daquele em que é confrontado com Lula. Bolsonaro empata, dentro da margem de erro de 2 pontos para cima ou para baixo, com todos os candidatos, revelando uma melhora do seu desempenho se comparado com pesquisas anteriores de outros institutos com metodologias similares.

O IDEIA Big Data entrevistou presencialmente 2036 eleitores das cinco regiões do País entre os dias 20 e 23 de julho. Para conferir a publicação da revista Veja, acesse o site: https://veja.abril.com.br/revista-veja/a-ameaca-e-real/ ou confira a publicação na nossa página no Facebook.

IDEIA Big Data investe em antropologia digital

Pela primeira vez no Brasil, as redes sociais prometem desempenhar importante papel na corrida eleitoral, mudando a forma tradicional de se fazer campanha política. Para ajudar a entender ainda mais o comportamento da população diante dessas mídias e antecipar tendências, o IDEIA Big Data acaba de fortalecer a equipe com a contratação do historiador e antropólogo digital Juliano Spyer.

Juliano é doutor em antropologia digital pela University College London e se dedica a estudar etnografia e o uso das mídias sociais. Recentemente, Juliano morou por 15 meses em um povoado no interior da Bahia com o objetivo de construir o primeiro retrato fiel do uso da internet pelas classes populares do País, que, de acordo com o Google, representa hoje a maioria dos usuários brasileiros da rede. Esse trabalho de pesquisa resultou na sua mais recente publicação, o livro “Mídias Digitais no Brasil Emergente”.

Foi durante esse convívio diário com os moradores que Juliano percebeu que a classe C não usa redes sociais para mobilização política. “Nada pode ser mais claramente diferente entre as classes A e B e as populares no Brasil do que a percepção sobre a mídia social como veículo de empoderamento político”, destaca.

Uma demonstração disso, segundo o antropólogo, é o comportamento da população durante as passeatas que ocorreram em 2013. “Muitas estavam acontecendo há apenas 100 Km do povoado baiano onde a pesquisa aconteceu, mas eram percebidas como sendo algo estrangeiro à realidade deles. Ninguém lá discutia esses temas nas ruas nem em suas linhas do tempo no Facebook”, conclui Juliano.

Juliano Spyer

Juliano possui doutorado em antropologia digital pela University College London e é autor dos livros Conectado (Zahar 2007), primeiro livro brasileiro sobre mídia social, do manual Tudo o que Você Precisa Saber sobre Twitter (2009), do livro Mídias Digitais no Brasil Emergente (2017) e organizador da coletânea Para Entender a Internet (2009). Consultor, pesquisador e palestrante, foi responsável pelo monitoramento de internet da campanha de Gilberto Kassab, em 2008, e comunicador digital da campanha de Marina Silva à presidência em 2010. Atua como antropólogo digital no IDEIA Big Data. Saiba mais: http://julianospyer.com.br/.

 

 

IDEIA Big Data aposta na ciência da psicometria para entender o eleitor em 2018

Instituto fecha parceria com autoridades acadêmicas com mais de 10 testes psicométricos validados pelo Conselho Federal de Psicologia

 

Entender o comportamento dos cidadãos, identificar os perfis mais propensos a apoiarem a sua causa e saber onde essas pessoas estão pode parecer uma façanha só alcançada no mundo da fantasia, mas é um feito já realizado com êxito fora do Brasil e que chega com muita força para as eleições brasileiras de 2018 pelas mãos do IDEIA Big Data. O Instituto acaba de fechar uma parceria inédita com a empresa P&T Psychodata, cujo conhecimento técnico e científico é responsável pela validação de mais de 10 testes psicométricos pelo Conselho Federal de Psicologia, e que tem entre seus líderes, dois professores com PhD. em Psicologia, Luiz Pasquali e Bartholomeu Tôrres Tróccoli.

De forma generalizada, podemos dizer que a psicometria é a ciência que se dedica ao desenvolvimento e aplicação dos conhecimentos estatísticos e de outros processos matemáticos à psicologia, e é bastante estudada no meio acadêmico, mas ainda não tão bem aproveitada no mercado brasileiro. “As técnicas de psicometria ajudam a identificar novas variáveis e tendências de comportamento que podem ajudar tanto nas estratégias de consumo, como eleitorais, com grande potencial de aplicações”, explica o sócio da P&T Psychodata, Luiz Pasquali.

De acordo com pesquisas realizadas em diversos países, como Austrália, Estados Unidos, Israel e Iraque, traços de personalidade podem influenciar o voto em até 16%, cinco vezes mais do que características como sexo ou idade, com capacidade em torno de 3%. “Informações sociais e econômicas são bastante utilizadas no mercado, mas perdem força se usadas isoladamente. Ao se acrescentar fatores psicométricos nessa teia de informações, aumentamos consideravelmente a capacidade de prever votos. São informações mensuráveis e cientificamente válidas”, destaca o também sócio da P&T Psychodata, Bartholomeu Tróccoli.

Inicialmente, um dos modelos adotados pela P&T Psychodata na parceria com o IDEIA é o Big Five, que analisa traços da personalidade utilizando cinco características principais que podem influenciar o comprometimento/engajamento das pessoas. Com a junção dos modelos da P&T Psychodata com o Big Data do IDEIA, será possível identificar as correlações entre características de personalidade e comportamento do eleitor com informações socioeconômicas e demográficas, revelando onde estão os cidadãos com quem se quer falar e indicando qual o tom do discurso com cada grupo. “Vamos trazer ainda mais ciência para as nossas entregas”, enfatiza o vice-presidente de Digital do IDEIA Big Data, Moriael Paiva.

A análise comportamental para campanhas políticas ganha ainda mais força quando associada ao intenso uso das redes sociais no Brasil e ao fato de que, pela primeira vez, políticos e partidos poderão colocar dinheiro para melhorar seu desempenho para atrair a atenção desses eleitores. “Conhecendo os traços de personalidade, podemos adaptar a estratégia de persuasão para cada perfil. É uma grande oportunidade para fazer uma comunicação direta com as pessoas com maior probabilidade de simpatizar com a sua campanha, gastando menos do que se gastava em disputas anteriores, e com um percentual de assertividade muito superior”, conclui Moriael.

IDEIA Big Data traz para o Brasil modelo vitorioso da campanha de Emmanuel Macron

De olho na eleição brasileira, Instituto une operações com a francesa Liegey Muller Pons (LMP), responsável pela estratégia política do atual presidente da França

 

O IDEIA Big Data e a LMP (Liegey Muller Pons), da França, anunciam a união das operações no Brasil com a ambição de transformar as campanhas eleitorais brasileiras de 2018 com uma combinação entre uso tecnologia de Big Data, contato direto para otimizar recursos de campanha e mobilização.

A LMP foi responsável por toda a tecnologia utilizada com êxito pelo Movimento En Marché, que elegeu o presidente francês Emmanuel Macron. “Acreditamos fortemente que vamos oferecer juntamente com o IDEIA Big Data técnicas de mobilização diferenciadas. O Brasil tem enorme potencial para produzir uma onda como En Marche e temos toda a condição de apoiar tecnologicamente os movimentos que queiram crescer e ocupar espaço relevante entre os cidadãos comuns indignados com a política”, destaca o CEO da LMP e um dos principais estrategistas de Macron, Guillaume Liegey.

No Brasil, a parceria vai oferecer aos clientes análise precisa sobre os grupos de eleitores a serem abordados, aprofundamento das suas características/necessidades e a utilização de ferramentas de comunicação direta. O resultado será campanhas mais eficientes. “Temos plena convicção que o modelo Macron de uso de Big Data e mobilização baseado em inteligência, moderação no discurso e argumentos corretos endereçados a grupos específicos, tem muito mais tração no Brasil do que o modelo Trump, que abusou do uso de Fake News e de argumentos raivosos para vencer. O brasileiro busca o diálogo e não o embate. Queremos potencializar esse diálogo com tecnologia e inteligência”, conclui o vice-presidente de Digital do IDEIA Big Data, Moriael Paiva.

Ambas empresas têm vasta experiência internacional em mais de mil campanhas atendidas na Europa, no caso da LMP, e nas Américas, no caso do IDEIA Big Data, em especial Brasil, Argentina, EUA, México, Bolívia, Colômbia e Venezuela. No hall de cases do IDEIA, destaque para o Referendo Constitucional na Bolívia (do lado da oposição a Evo Morales).

Madrugada é considerado o melhor horário para compra na Black Friday Brasil

93% dos entrevistados entrou ou pretendia entrar em algum site participante da Black Friday durante a madrugada da quinta para sexta-feira

 

A Black Friday, promoção consagrada nos Estados Unidos por conceder grandes descontos na última sexta-feira de novembro, também já conquistou seu público fiel aqui no Brasil. Uma pesquisa realizada pelo IDEIA Big Data mostrou que 79% dos entrevistados pretendiam aproveitar a Black Friday para comprar algum produto ou serviço, muitos deles (47%), para adiantar algumas compras de Natal. A grande maioria (80%), participou de edições anteriores. “Em 2016, esse número era de 71%, o que mostra que as pessoas estão colocando o Black Friday no seu calendário de compras e, mais do que isso, aprendendo a desconfiar de falsos descontos e obtendo os melhores preços”, destaca o CEO do IDEIA Big Data, Maurício Moura.

89% das pessoas afirmaram que já tinham pesquisado os preços do produtos específicos que pretendiam comprar antes da Black Friday e 82% delas fizeram uma pesquisa ampla, em diferentes meios. Os canais mais usados para pesquisar os preços para a Black Friday foram: Lojas online (para 82% das pessoas), sites de marcas específicas (48%) e sites para comparação de preços.

Já durante a Black Friday, as pessoas assinalaram, em média, dois meios em que pretendiam buscar produtos. Entre os mais citados, apareceram as lojas online (71%), as lojas físicas (44%) e, para 34%, os sites com promoções de várias marcas e produtos dispostos para a comparação.

Um ponto que chama atenção na pesquisa é o horário preferido para compras: a madrugada. 93% dos entrevistados entrou ou pretendia entrar em algum site participante da Black Friday durante a madrugada da quinta para sexta-feira. O principal motivo é porque acreditam (32%) que há uma maior disponibilidade de produtos e por achar os preços mais convidativos neste horário (29%).

 Com relação a categoria dos produtos, tivemos uma mudança nos TOP 5 em comparação ao ano anterior. Celulares e tablets continuaram em primeiro lugar (36%) e os eletrodomésticos em segundo, com 28%. No entanto, em 2016, informática ocupava a terceira colocação com 24%, mas foi substituída esse ano pela categoria beleza e saúde (25%). Moda e acessórios manteve a quarta colocação (24%) e informática caiu para quinto na classificação (22%). Em 2016, essa posição era ocupada pelos eletro portáteis.

Os sites que as pessoas mais acessaram ou pretendiam acessar, são: Americanas (70%), Magazine Luiza (50%), Submarino (43%), Mercado Livre (37%) e Netshoes (35%). Já a média de compra se dividiu de forma praticamente igualitária para 72% da amostra: 18% gastou ou pretendia gastar entre R$101,00 e R$ 300,00; 17% entre R$301,00 e R$500,00; 21% entre R$501,00 e R$1000,00; e 17% entre R$1.001,00 e R$2.000,00. A variação do ticket médio de 2016 para 2017 aumentou 3,6%, saindo de R$ 750,64 para R$ 777,65.

Do total de entrevistados, 40% de fato chegou a finalizar as compras. Desse percentual, 67% não teve surpresas ao concluir o processo e afirmou que tudo ocorreu como previsto. Para 22% das pessoas que concluíram a compra, a surpresa indesejada foi em relação ao frete, considerado “muito caro”.

Segundo 53%, a edição 2017 da Black Friday não foi melhor, nem pior do que a anterior, mas os preços estavam mais baixos do que o período antes da promoção (57%).

A pesquisa foi realizada entre a madrugada do dia 23 para o dia 24 de novembro com 1907 pessoas de todo o Brasil, sendo: 55% moradores do Sudeste; 21% do Nordeste; 13% da região Sul; 7% do centro-oeste e 4% do Norte. A grande maioria pertence à classe social B (55%), seguidas pela classe A (28%) e classe C (20%). 30% tinham entre 18 e 24 anos e 24% mais de 35 anos. A divisão por sexo se deu 53% feminino e 47% masculino.

Netflix é responsável por 34% dos cancelamentos de assinatura de TV paga

Através da sua ferramenta de pesquisa via mobile e web, PiniOn, o IDEIA Big Data entrevistou mil pessoas de todo o Brasil, entre os dias 23 e 25 de outubro

 

O que as pessoas mais assistem no Netflix? Quais os hábitos dos telespectadores? Qual a sua real interferência nas assinaturas de TV pagas? Para desvendar essas questões e conhecer o comportamento da população com relação ao Netflix, o IDEIA Big Data realizou uma pesquisa com mil jovens e adultos de todo o Brasil, entre os dias 23 e 25 de outubro.

A grande maioria dos entrevistados possui, além do Netflix, assinatura de TV paga (76%), e 59% delas pretendem continuar assinando ambos os serviços. No entanto, chama atenção que entre os 24% que não têm TV paga, 34% cancelou o serviço após ter assinado o Netflix. Além disso, 10% pretendem cancelar a assinatura da TV paga para contratar o Netflix. “Os números trazem um elemento adicional que corrobora a hipótese do potencial revolucionário de tecnologias como a da Netflix. O futuro passa menos pelo cabo e mais pelo streaming”, avalia o presidente do IDEIA Big Data, Maurício Moura. Outros 16% declararam ter cancelado a TV paga devido à mensalidade ter ficado maior do que poderiam pagar.

Do total de respondentes, 59% são assinantes do Netflix, 24% moram com alguém que assina e deixa o login disponível e 16% usam o login de alguma pessoa que não mora com ela, mas empresta o acesso. A maioria assiste Netflix acompanhado (71%), e destas pessoas, 41% assistem com o namorado(a) e 36% com o companheiro(a).

40% dos respondentes assistem ao Netflix todos os dias e 30% entre uma e três vezes na semana. Quando questionados se assistem mais durante a semana ou aos finais de semana, 55% afirmam que “não há regras” para o uso e 35% assistem mais aos finais de semana.
O período do dia em que mais pessoas assistem é à noite (78%). Só 13% dizem assistir mais durante à tarde.

Buscar o conteúdo pela categoria é como 38% escolhem ao que assistir, mas 34% afirmam ser direcionados pelas recomendações do Netflix. Já 19% definem a programação antes de acessar e buscam diretamente pelo nome do filme. Com relação ao tipo de programa, a procura por séries leva grande vantagem sobre os filmes. Enquanto 70% assistem mais séries, só 25% veem filmes com maior frequência. As categorias que as pessoas mais gostam de assistir são: Ação e aventura (70%), comédias (69%), Suspense (53%) e ficção científica (47%).

Quanto à última vez que em que assistiram Netflix, 43% informou ter visto no dia anterior da missão, 21% na última semana e 20% no mesmo dia da missão. 92% das pessoas lembravam o que assistiram, com uma variedade bem elevada na resposta espontânea: a série “Suits” foi a mais mencionada, com 5%, e Narcos, com 4%.

A pesquisa foi realizada com um público que já havia assistido algo na Netflix pelo menos uma vez. A amostra ficou equilibrada em relação ao gênero (48% feminino e 52% masculino), com maior concentração entre pessoas de 25 a 34 anos de idade (48%) e pertencentes à classe B (53%).

67% dos fumantes já tentaram largar o cigarro

Para conhecer os hábitos dos fumantes, o IDEIA Big Data realizou uma pesquisa com mil usuários de cigarros de todo o País, entre os dias 10 e 12 de outubro

 

81% das pessoas gostariam de parar de fumar e 67% delas já tentaram largar o vício, sem sucesso. Esses dados foram revelados em pesquisa realizada pelo IDEIA Big Data, entre os dias 10 e 12 de outubro, com mil usuários de cigarros de todo o País. “A pesquisa mostra que a qualidade de vida e preocupação com a saúde são cada vez mais relevantes nas decisões. Isso potencializa ainda mais o drama da luta para deixar de fumar”, destaca o presidente do IDEIA Big Data, Maurício Moura.

De acordo com a pesquisa, o principal motivo para as pessoas tentarem parar de fumar é a preocupação com a saúde (74%), mas não conseguiram atingir o objetivo por ansiedade (17%) e uma vontade incontrolável de fumar (16%).

A Lei Antifumo 12.546/2011, que proíbe fumar em lugares parcialmente fechados, é aprovada por 73% da amostra, sendo que 60% acreditam que o governo deveria fazer mais para combater os danos causados pelo tabagismo, incluindo ações para ajudar a deixar o vício. 57% concordam que se sentem julgados ao acender um cigarro na frente de outras pessoas, mesmo quando elas não são conhecidas.

Com relação à quantidade, 58% fumam entre 1 a 4 maços por semana, e primeiro cigarro do dia é fumado assim que acorda (29%) ou uma hora depois (28%). À noite é o período em que a maioria (54%) fuma com maior frequência, sendo a bebida alcóolica apontada como o principal motivo para despertar a vontade de acender o cigarro (24%), seguida pelo nervosismo/estresse (15%) e o momento antes, durante e após refeições (14%). Além disso, 60% das pessoas fumam mais quando estão sozinhas.

Chama atenção o fato de 65% gostarem de beber algo enquanto fumam: 84% consomem cerveja, 48% café, 37% vinhos e 36% vodca. Ou seja, o consumo de bebidas alcóolicas está bastante ligada ao acender do cigarro.

A principal razão que levou os fumantes a experimentarem o fumo foi a curiosidade (35%), mas 26% creditam a influência de amigos e familiares como o maior motivador. A maioria dos fumantes (58%) não pratica esporte (mais de 3 vezes por semana por pelos menos 30 minutos) e costuma comprar cigarros em lojas de conveniência (37%) e em padarias (25%).

Na escolha do cigarro, o atributo mais importante é a marca (53%), ou seja, ser de um fabricante conhecido. Já 19% definem pela variedade de sabores. Marlboro (40%), Dunhill Carlton (17%) e Lucky Strike (11%) são consideradas as melhores marcas, e também são as mais consumidas: Marlboro (35%), Dunhill Carlton (14%) e Lucky Strike (10%). Os cigarros sem sabor são preferidos por 56% dos entrevistados, contra 29% que preferem com e 15% que gostam de ambas opções.

Outro ponto que merece destaque é que 41% da amostra afirma que sempre joga a bituca no lixo, “mesmo que tenha que carregá-la até encontrar uma lixeira ou um cinzeiro”, mas 34% confessam que, às vezes, jogam a bituca do cigarro no chão.

Realizada pelo IDEIA Big Data, a pesquisa teve como objetivo conhecer os hábitos dos fumantes. Para isso, foram ouvidos mil consumidores de cigarro por meio da plataforma própria de pesquisa via mobile e web, PiniOn, que conta com mais de 680 mil usuários ativos em todo o País. O estudo foi realizado entre os dias 10 e 12 de outubro.

 

Perfil dos Entrevistados:
A amostra está levemente mais concentrada entre os homens (56%), quando comparados às mulheres (44%). Em relação à idade, são principalmente pessoas de 25 a 34 anos de idade (51%). 29% têm mais de 35 anos e 20% apresentam idades entre 18 e 24 anos. 24% começaram a fumar no período de 5 a 9 anos atrás (24%), 22% de 1 a 4 anos e 22% de 10 a 14 anos.

Os respondentes estão distribuídos geograficamente do seguinte modo: 57% no Sudeste, 18% Nordeste, 14% no Sul, 7% no Centro-oeste e 4% no Norte. E mais concentrados na classe B (48%). 38% na classe A e 13% na classe C.

Pouca confiança na economia e elevada descrença na política é percepção dos principais empresários e líderes brasileiros

A fim de fortalecer o mercado por meio da reunião dos grandes líderes brasileiros e uma análise sempre atualizada da situação econômica e política do País, o IDEIA Big Data lançou o OPINA Brasil, painel eletrônico respondido por grandes empresários e líderes sobre como enxergam o cenário atual e os próximos meses. Implantado por meio do PiniOn, a pesquisa será realizada a cada dois meses.

Na edição de estreia, realizada este mês, chamou atenção a falta de esperança na economia. Quase metade dos entrevistados se declararam neutros (48%), e aqueles mais pessimistas (37%) estão em maior número do que os otimistas (15%). E se agora já está ruim, para quase metade dos respondentes (49%) a situação tende a piorar nos próximos 6 meses. Só 8% vislumbram uma melhora.

Quando falamos sobre a política, a situação fica ainda pior. A sensação de desconfiança com relação aos políticos é perceptível, com 84% relatando sentimento negativo, contra irrisórios 3% que se dizem otimistas. No entanto, ao serem questionados sobre a expectativa com relação à política brasileira também daqui a seis meses, há mais esperançosos (22%) do que pessimistas (17%), mas o sentimento mais forte ainda é o de incerteza e imprecisão sobre o futuro (61%).

Ao analisar especificamente o mercado em que atuam, o empresariado ficou dividido: 32% são mais positivos, 30% negativos e os que estão no meio termo somam 38%. O grupo também não enxerga melhora a curto prazo. Para 49%, a conjuntura do setor estará igual a agora e 48% creem que vai piorar.

De forma geral, os entrevistados demonstraram pouca confiança no País (62%), contra 37% que se diz confiante e apenas 1% que se diz muito confiante. A pesquisa foi realizada com 400 empresários e líderes de todo o Brasil durante os dias 31 de julho e 09 de agosto, por meio de questionário online de autopreenchimento.

 

Confira os dados no infográfico clicando aqui.